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Junk Boy – Um animê pra você, jovem onanista

Junk BoyA proposta dessa postagem era fazer uma lista de animês do gênero ecchi, porém encontrei Junk Boy durante a pesquisa, parei por 45 minutos pra assistir e resolvi que essa obra merecia um texto próprio.

Junk Boy é um animê em formato OVA, produzido pela Mad House, a mesma produtora de One Punch Man, Paprika, Animatrix e mais um monte de outros animês igualmente bons. O longa data de 1987, por isso esse visual mais antiquado e cores não tão vibrantes. Nele acompanhamos Ryouhei Yamazaki, um rapaz pervertido que sonha em trabalhar na editora de uma revista erótica, a Potato Boy, equivalente a Playboy pra nós.

No dia de sua entrevista, tudo acontece da pior forma possível, porém a sua personalidade pervertida, estranhamente, lhe garante um emprego. A partir daí, acompanhamos as confusões de um pervertido numa editora de revista erótica.

É complicado avaliar a qualidade de uma produção tão antiga, pois nesse ano tivemos poucos grandes exemplos. Talvez, o mais próximo de algo realmente bom que surgiu nessa época, foi Dragon Ball e ainda assim, tinha seus frames repetidos e travados. E seria desleal comparar com coisas como Astro Boy ou Lupin, que surgiram nos anos 80.

Então, vale deixar de lado toda parte de continuidade na animação e cores utilizadas, para focar na história que garante alguns bons risos e consegue apresentar, mesmo que de forma acelerada, um bom enredo e bons personagens. Ah! E tem peitinhos e sexo, então cuidado com as crianças na sala.

Junk Boy

Junk Boy usa referências de várias produções da sua época de lançamento, uma delas está na abertura da animação, durante a cena dos caças, remetendo ao filme Top Gun: Ases Indomáveis de 1986.

E pra quem curtir o estilo da história e não se importar com a animação datada, pode procurar também por Golden Boy (1995) e Great Teacher Onizuka (1999).

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Sobre Mr. T

Posso investir horas em páginas com infinity scroll ou só admirando imagens de robôs e druidas. Especialista em listas inúteis (ou não) e adorador da procrastinação. Meu deus é a Cerveja e minhas referências são duvidosas.

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